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quarta-feira, 16 de setembro de 2015

O Genero Ilex - Alternativas de sustentabilidade no uso de etnoespécies pelos Kaiowa e Guarani em Ms - Adriana Zanirato Contini

O presente trabalho objetiva investigar o papel etnobotânico de espécies do gênero Ilex no cotidiano dos índios Kaiowá e Guarani da Reserva Indígena de Caarapó, Mato Grosso do Sul. Pontuar os sinais indicativos de desenvolvimento ao longo de sua história, embasarão as sinalizações para desencadeamento do processo de desenvolvimento local desses povos, a partir do material botânico nativo em foco, também objetivo desta pesquisa. No primeiro capítulo, realizou-se uma contextualização histórica da Ilex paraguariensis St. Hil., a erva mate, a espécie mais utilizada do gênero pelos Kaiowá e Guarani; buscou-se, assim, delinear o papel desta espécie nos processos ocorridos, inclusive no concernente à colonização do sul do Estado.

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Memórias Portuguesas no MT - Cultura e história nas relações étnicas em Mato Grosso no século XIX - Maria Fátima Roberto Machado


Este trabalho tem como objetivo fazer uma abordagem antropológica de uma memória escrita pelo português Joaquim Ferreira Moutinho no século XIX, sobre sua experiência de 18 anos em Mato Grosso, com ênfase na interpretação etnográfica de suas impressões sobre os povos indígenas. É parte de um projeto de pesquisa mais amplo, voltado para a elaboração de uma história das relações étnicas em Mato Grosso, tendo como instrumento de reflexão não só documentos oficiais, mas principalmente registros, impressões, descrições, notícias e relatos históricos existentes nos arquivos de Lisboa, Coimbra e Évora.

terça-feira, 13 de agosto de 2013

O forte de Iguatemi - Atalaia do império colonial e trincheira da memória dos índios Kaiowás da Paraguassu - Ana Maria do Perpétuo Socorro dos Santos

Os Guarani-Kaiowá de Mato Grosso do Sul, em seu involuntário relacionamento com a sociedade nacional, passaram por diferentes situações históricas. Do inicio da conquista européia até o século XX esta população indígena esteve sempre em situações de conflito com as potências europeias. Jesuítas, Bandeirantes, Guerra do Paraguai, Cia. Mate Laranjeira e nos dias de hoje enfrentam novas frentes de expansão capitalista. A sociedade Kaiowá enquanto sociedade que procura sobreviver mesmo em desvantagem em relação à sociedade nacional extrai de seu imaginário social a força que necessitam para continuar existindo e projetando seu futuro. Para tanto, pretendemos levantar questões sobre a história vivida (memória coletiva) sobre o Forte Iguatemi pela comunidade Kaiowá da aldeia Paraguassu e relacioná-la com a história construída (produção historiográfica). A lembrança do Forte é um elemento integrador da identidade étnica e adquire um significado politico uma vez que atesta a imemorialidade na ocupação do território por este grupo, referendando a legitimidade atual da ocupação da terra. A lembrança do Forte torna-se uma representação coletiva desse grupo.

terça-feira, 23 de julho de 2013

CONFLITOS E NEGOCIAÇÕES ENTRE COLONOS E ÍNDIOS GUARANI NO MATO GROSSO (1880-1910) - BRAND, Antônio e OUTROS

O trabalho está inserido no projeto “Conquistadores, colonizadores e fazendeiros: a história das fronteiras guarani no Mato Grosso (1748-1910)”, e pretende-se trabalhar os conflitos decorrentes da ocupação por frentes migratórias no território dos Guarani, no atual Mato Grosso do Sul, atentando, também, para eventuais negociações e trocas estabelecidas entre colonos e índios na então Província de Mato Grosso. Este trabalho abrange o período que vai desde o fim da Guerra do Paraguai e a criação da Companhia Matte Larangeira, na década de 1880, até 1910, quando se funda o Serviço de Proteção aos Índios.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

A PRESENÇA DE TUPINISMOS NA LÍNGUA FALADA NA REGIÃO CENTRO-OESTE DO BRASIL - Daniela de Souza Silva COSTA - Aparecida Negri ISQUERDO


Este artigo discute resultados de pesquisa sobre a influência do substrato tupi na modalidade oral da variante brasileira do português a partir de dados geolinguísticos coletados pelo Projeto Atlas Linguístico do Brasil – Projeto ALiB – na região Centro-Oeste brasileira. O estudo considerou também os contatos interétnicos ocorridos no Brasil especialmente no período colonial brasileiro (séculos XVI a XVIII), além da história social das localidades pesquisadas.
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A ocupação do território guarani na região transfronteiriça Brasil e Paraguay - a entrada de nossos contrarios - BRAND, Antônio e outros

Os Guarani ocupam, desde a chegada dos primeiros colonizadores, no século XVI, um amplo território nas terras baixas da América do Sul, que ia desde o litoral de Santa Catarina, ao longo do Rio Paraguai, Paraná, entre outros, chegando até as franjas da cordilheira dos Andes. A partir de 1750, em especial após a constituição dos Estados Nacionais, os Guarani confrontam-se com a crescente penetração de novas frentes de ocupação de seu território, alterando, profundamente, as suas condições de vida e a relação com o território e com esses outros – “os nossos contrários” – que nele adentram em períodos mais recentes. O trabalho está centrado na região transfronteiriça Brasil e Paraguai e destaca as conseqüências dessa ocupação para o cotidiano dos Guarani, em especial Ava e Paĩ/Kaiowá.
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http://www.4shared.com/office/VMW-4jL-/A_ocupao_do_territrio_guarani_.html